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quinta-feira, 9 de agosto de 2007
PÁGINA 2 - PROFISSIONAIS DA FUNDAÇÃO DE ESPORTES DE CAMPOS NO PAN
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Segunda-feira, dia 23 de julho de 2007, é uma data que dificilmente vai ser esquecida por um grupo de profissionais da Fundação Municipal de Esportes de Campos. Neste dia um ônibus levou cerca de 30 pessoas para assistir aos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro. Um grupo ficou no Maracanã para ver a Seleção Brasileira de Futebol Feminino. O outro foi para o estádio João Havelange, o “Engenhão”, construído especialmente para o evento. Esta segunda parte da delegação campista assistiu as provas de atletismo e se encantou com a grandeza do estádio e do espetáculo proporcionado pelos torcedores. A viagem dos profissionais da FME foi proporcionada pelo deputado estadual Wilson Cabral (PPS), que cedeu gentilmente os convites para que a delegação pudesse assistir aos jogos no Engenhão e no Maracanã.
DEPOIMENTOS SOBRE O NA REDE:
“O esporte é primordial na vida do cidadão. Um jornal desta área é um incentivo tanto ao lazer quanto à prática esportiva. É importante que o jornal atue como um instrumento que faça os jovens quererem praticar esporte”. (Ito Tavares – empresário)
“O NA REDE é um veículo de grande importância para a região. A cobertura que vocês fizeram sobre o título do Cardoso Moreira na Terceira Divisão do ano passado foi um marco aqui para a nossa cidade” (Renato Jacinto – prefeito de Cardoso Moreira)
DEPOIMENTOS SOBRE O NA REDE:
“O esporte é primordial na vida do cidadão. Um jornal desta área é um incentivo tanto ao lazer quanto à prática esportiva. É importante que o jornal atue como um instrumento que faça os jovens quererem praticar esporte”. (Ito Tavares – empresário)
“O NA REDE é um veículo de grande importância para a região. A cobertura que vocês fizeram sobre o título do Cardoso Moreira na Terceira Divisão do ano passado foi um marco aqui para a nossa cidade” (Renato Jacinto – prefeito de Cardoso Moreira)
PÁGINA 3 - PROVA DE SÃO SALVADOR
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A 63ª Prova Ciclística de São Salvador acontece no próximo dia seis de agosto, a partir das 7h30, em sete categorias e promete contagiar mais uma vez o público. Segunda competição do gênero mais importante do país, a corrida de Campos é considerada uma importante disputa de rua no cenário nacional. Assim como aconteceu no ano passado, a largada vai ser em frente ao antigo Fórum, na avenida Alberto Torres.
A competição começou em 1945, quando Vicente Ferraiuoli sugeriu ao filho, Gerardo Maria Ferraiuoli, o “Patesko”, que organizasse uma prova de rua no dia do padroeiro da cidade. Até 1993 “Patesko” ficou à frente da corrida. No ano seguinte, ele escolheu o empresário Marcos Calil, vencedor em 93, para organizar o evento. Nos últimos 10 anos a prova passou por algumas alterações, sendo modernizada e profissionalizada.
Muitos atletas escreveram seus nomes na história da São Salvador. Mas dois atletas destacaram-se e foram penta-campeões: Alcione dos Santos, campista, vencedor em 54, 57, 59, 60 e 61; e Fábio Lemos Bensi, também campista, que venceu de 94 a 97 e 2003. Bensi ainda venceu em 2000, mas competindo na categoria MTB. A corrida sempre contou com a presença de estrangeiros, destacando-se argentinos, uruguaios e portugueses, que aliás, é o único país estrangeiro que possui um vencedor na lista: Manoel de Oliveira, venceu em 1979.
A competição começou em 1945, quando Vicente Ferraiuoli sugeriu ao filho, Gerardo Maria Ferraiuoli, o “Patesko”, que organizasse uma prova de rua no dia do padroeiro da cidade. Até 1993 “Patesko” ficou à frente da corrida. No ano seguinte, ele escolheu o empresário Marcos Calil, vencedor em 93, para organizar o evento. Nos últimos 10 anos a prova passou por algumas alterações, sendo modernizada e profissionalizada.
Muitos atletas escreveram seus nomes na história da São Salvador. Mas dois atletas destacaram-se e foram penta-campeões: Alcione dos Santos, campista, vencedor em 54, 57, 59, 60 e 61; e Fábio Lemos Bensi, também campista, que venceu de 94 a 97 e 2003. Bensi ainda venceu em 2000, mas competindo na categoria MTB. A corrida sempre contou com a presença de estrangeiros, destacando-se argentinos, uruguaios e portugueses, que aliás, é o único país estrangeiro que possui um vencedor na lista: Manoel de Oliveira, venceu em 1979.
PÁGINA 7 - ENTREVISTA COM RODOLFO LATERÇA
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Bacharel em direito e funcionário público, Rodolfo Laterça, 37 anos, tem um novo desafio pela frente: disputar as eleições que vão apontar o novo presidente do Goytacaz, no próximo dia nove de agosto. Para ele, tudo é novidade. Afinal, jamais se envolveu no mundo do futebol profissional como dirigente. A experiência que tem vem das arquibancadas: durante quatro anos comandou a torcida organizada “Dragões Alvianis”, no final da década de 80.
Dentro de campo o próprio Rodolfo se define como “um beque da roça” nas peladas que disputou. Com boa estatura (1,92 metro), jogou basquete no Liceu de Humanidades de Campos, Escola Técnica Federal de Campos e Automóvel Clube Fluminense. Alimenta um sonho: “quem sabe um dia o Goytacaz não tem um time de basquete na Liga Nacional?” Muito antes, porém, quer colocar em prática o projeto elaborado pela chapa que encabeça – a “Torcedores de Verdade”.
NA REDE – Por que o senhor quer ser presidente do Goytacaz?
RODOLFO LATERÇA – Quero ser presidente para tentar tirar o clube desta situação em que ele se encontra. O Goytacaz tem uma dívida enorme, que não se sabe exatamente de quanto é, por falta de informação da atual diretoria. O clube hoje é uma grande caixa preta. Só que o Goytacaz é viável e administrável. Só que, para isso, depende de honestidade, garra, transparência e boa vontade. Queremos colocar o Goytacaz no seu devido lugar.
NA REDE – Quais são os seus principais projetos para o clube?
RODOLFO LATERÇA – A Vila do Curumim tem que ser reativada imediatamente. Vamos tentar uma parceria com uma grande empresa para concluir as obras inacabadas da nossa sede social. Em contrapartida, vamos oferecer um contrato de comodato para a exploração dos bares, que, com certeza, vão estar lotados com a volta da freqüência dos associados. Também temos projetos para o estádio Ary de Oliveira e Souza. O primeiro deles é viabilizar o restabelecimento da energia elétrica, que está cortada há muito tempo. E outro é, também através de parcerias, construir uma nova arquibancada coberta, fechando o anel do estádio. Além disso vamos abrir uma boutique na rua do Gás para vender os símbolos do Goytacaz. Faremos campanhas populares, como venda de adesivos, e outras promoções, para captar recursos para o clube. Quanto ao futebol, pretendemos aproveitar ao máximo os talentos da região. Vamos garimpar futuros craques no futebol amador de Campos. E sobre a verba da prefeitura municipal de Campos, queremos dar a destinação correta, investindo nas divisões de base. Pretendemos também relançar títulos de sócios proprietários assim que o clube tiver algo a oferecer para seus associados.
NA REDE – Na sua opinião o Goytacaz é auto-sustentável?
RODOLFO LATERÇA – Com certeza absoluta. No processo de saneamento, por indicação do vice-presidente financeiro, vai ser contrato um contador. A partir daí, vamos levantar toda a situação financeira do clube. Queremos saber quanto o Goytacaz deve e a quem deve. Acreditamos que não há um grande mistério em se administrar um clube de futebol. Temos um grupo forte e vamos fazer esse levantamento.
NA REDE – Sua origem é das arquibancadas. Durante quatro anos o senhor foi chefe de uma das maiores facções organizadas do Goytacaz. Na sua gestão que papel o torcedor do Goytacaz vai exercer?
RODOLFO LATERÇA – Caso seja eleito, vou criar o Conselho Popular do Goytacaz. Isso consiste em uma assembléia, que será realizada no estádio Ary de Oliveira e Souza, para a participação de todos. Por aí vão surgir grandes idéias para fazer com que o Goytacaz cresça cada vez mais. O Conselho Deliberativo é feito para deliberar, não para dar idéias. Já o Conselho Popular é para nós ouvirmos todas as idéias e fazermos um filtro do que pode ser aproveitado.
NA REDE – Que tipo de esporte o senhor já praticou?
RODOLFO LATERÇA – Eu sempre joguei futebol, mas como peladeiro. Já joguei futsal também, mas nunca tive muita habilidade. Por isso jogava como zagueiro, para jogar a bola para frente ou para fora. O esporte que eu pratiquei mesmo foi basquete. Joguei como pivô no Liceu, na Escola Técnica e no Automóvel Clube. Tenho um sonho de ver um ginásio na Vila do Curumim e o clube com um time de basquete, quem sabe até na Liga Nacional? Para isso é necessário termos credibilidade.
NA REDE – Desde quando o senhor torce pelo Goytacaz?
RODOLFO LATERÇA – Torço desde pequeno. Fui criado perto do estádio do Americano. Um dia, para jogar uma pelada, pedi uma camisa do Americano à minha mãe. Ele me disse que nossa família toda é do Goytacaz porque somos oriundos da Lapa. E quem mora na Lapa torce para o Goytacaz. Ela me levou até uma loja de material esportivo e comprou uma camisa do Goytacaz para mim. Fiquei apaixonado pelo azul. Em 1982 passei a integrar a torcida organizada “Goyta Show” e depois fundei a “Dragões alvianis”.
Dentro de campo o próprio Rodolfo se define como “um beque da roça” nas peladas que disputou. Com boa estatura (1,92 metro), jogou basquete no Liceu de Humanidades de Campos, Escola Técnica Federal de Campos e Automóvel Clube Fluminense. Alimenta um sonho: “quem sabe um dia o Goytacaz não tem um time de basquete na Liga Nacional?” Muito antes, porém, quer colocar em prática o projeto elaborado pela chapa que encabeça – a “Torcedores de Verdade”.
NA REDE – Por que o senhor quer ser presidente do Goytacaz?
RODOLFO LATERÇA – Quero ser presidente para tentar tirar o clube desta situação em que ele se encontra. O Goytacaz tem uma dívida enorme, que não se sabe exatamente de quanto é, por falta de informação da atual diretoria. O clube hoje é uma grande caixa preta. Só que o Goytacaz é viável e administrável. Só que, para isso, depende de honestidade, garra, transparência e boa vontade. Queremos colocar o Goytacaz no seu devido lugar.
NA REDE – Quais são os seus principais projetos para o clube?
RODOLFO LATERÇA – A Vila do Curumim tem que ser reativada imediatamente. Vamos tentar uma parceria com uma grande empresa para concluir as obras inacabadas da nossa sede social. Em contrapartida, vamos oferecer um contrato de comodato para a exploração dos bares, que, com certeza, vão estar lotados com a volta da freqüência dos associados. Também temos projetos para o estádio Ary de Oliveira e Souza. O primeiro deles é viabilizar o restabelecimento da energia elétrica, que está cortada há muito tempo. E outro é, também através de parcerias, construir uma nova arquibancada coberta, fechando o anel do estádio. Além disso vamos abrir uma boutique na rua do Gás para vender os símbolos do Goytacaz. Faremos campanhas populares, como venda de adesivos, e outras promoções, para captar recursos para o clube. Quanto ao futebol, pretendemos aproveitar ao máximo os talentos da região. Vamos garimpar futuros craques no futebol amador de Campos. E sobre a verba da prefeitura municipal de Campos, queremos dar a destinação correta, investindo nas divisões de base. Pretendemos também relançar títulos de sócios proprietários assim que o clube tiver algo a oferecer para seus associados.
NA REDE – Na sua opinião o Goytacaz é auto-sustentável?
RODOLFO LATERÇA – Com certeza absoluta. No processo de saneamento, por indicação do vice-presidente financeiro, vai ser contrato um contador. A partir daí, vamos levantar toda a situação financeira do clube. Queremos saber quanto o Goytacaz deve e a quem deve. Acreditamos que não há um grande mistério em se administrar um clube de futebol. Temos um grupo forte e vamos fazer esse levantamento.
NA REDE – Sua origem é das arquibancadas. Durante quatro anos o senhor foi chefe de uma das maiores facções organizadas do Goytacaz. Na sua gestão que papel o torcedor do Goytacaz vai exercer?
RODOLFO LATERÇA – Caso seja eleito, vou criar o Conselho Popular do Goytacaz. Isso consiste em uma assembléia, que será realizada no estádio Ary de Oliveira e Souza, para a participação de todos. Por aí vão surgir grandes idéias para fazer com que o Goytacaz cresça cada vez mais. O Conselho Deliberativo é feito para deliberar, não para dar idéias. Já o Conselho Popular é para nós ouvirmos todas as idéias e fazermos um filtro do que pode ser aproveitado.
NA REDE – Que tipo de esporte o senhor já praticou?
RODOLFO LATERÇA – Eu sempre joguei futebol, mas como peladeiro. Já joguei futsal também, mas nunca tive muita habilidade. Por isso jogava como zagueiro, para jogar a bola para frente ou para fora. O esporte que eu pratiquei mesmo foi basquete. Joguei como pivô no Liceu, na Escola Técnica e no Automóvel Clube. Tenho um sonho de ver um ginásio na Vila do Curumim e o clube com um time de basquete, quem sabe até na Liga Nacional? Para isso é necessário termos credibilidade.
NA REDE – Desde quando o senhor torce pelo Goytacaz?
RODOLFO LATERÇA – Torço desde pequeno. Fui criado perto do estádio do Americano. Um dia, para jogar uma pelada, pedi uma camisa do Americano à minha mãe. Ele me disse que nossa família toda é do Goytacaz porque somos oriundos da Lapa. E quem mora na Lapa torce para o Goytacaz. Ela me levou até uma loja de material esportivo e comprou uma camisa do Goytacaz para mim. Fiquei apaixonado pelo azul. Em 1982 passei a integrar a torcida organizada “Goyta Show” e depois fundei a “Dragões alvianis”.
PÁGINA 8 - SELETIVA E ELEIÇÕES NO GOYTA
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Existia uma grande expectativa para que no dia 31 de julho, na sede do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) fosse anunciada a decisão sobre a validade ou não da Seletiva 2006 – competição realizada e organizada pela Ferj, que tinha o objetivo de classificar quatro clubes para a disputa do Estadual de 2007.
Os desembargadores da Terceira Câmara Cível julgariam a apelação impetrada pelo Goytacaz Futebol Clube, com o processo nº 2007.001.30613, mas a falta do relator, o desembargador Ricardo Couto fez com que o julgamento fosse transferido para o dia 7 de agosto, às 13 horas, no mesmo local. O processo original nº 2006.001.118023-7 vem se arrastando desde outubro de 2006 – antes de o encerramento da seletiva, quando o Ministério Público, através do promotor Rodrigo Terra interveio alegando que a competição feria o Estatuto do Torcedor.
Desta forma o Estadual 2007 foi disputado com 12 clubes e sem as presenças de Bangu, Macaé, Olaria e Goytacaz, que ainda alimentam a esperança de garantirem nos tribunais a validade da seletiva e assim as vagas, agora para 2008.
O Estadual da Segunda Divisão tem data marcada para se iniciar no dia 11 de agosto, ou seja, quatro dias após a nova data do julgamento, o que promove ainda mais incertezas e fazem principalmente essas quatro equipes ficarem sem saber se vão ou não disputar a competição.
No regulamento consta que se a seletiva não tiver validade sobem cinco clubes e se for validada sobe apenas um, o que poderia inclusive esvaziar a mesma, devido aos altos custos que os clubes são alvos principalmente por não terem nenhum tipo de recurso destinado pela Ferj.
ELEIÇÕES NA RUA DO GÁS
Será realizada no dia 9 de agosto, das 14 às 20 horas, na sede do clube, a eleição no Goytacaz Futebol Clube, que indicará o nome do presidente que comandará o clube por três anos. Três chapas foram homologadas e estão aptas a disputar o pleito.
A primeira, “Chapa Azul – Edecyr de Oliveira”, encabeçada pelo atual presidente, Valtair de Almeida, que tem como vice Galeno Barcelos. A segunda, “100% Alvi-Anil”, tem Zander Pereira como candidato ao lado do radialista Josélio Rocha. A terceira, “Torcedores de Verdade” vem com Rodolfo Laterça e Luiz Marcelo Manhães.
Uma grande confusão foi criada nos últimos meses, quando a atual diretoria anunciou que os sócios deveriam comparecer ao clube para se recadastrar, pagar uma taxa de R$ 25,00 e desta forma passar a ter direito a voto. Mas o Conselho Deliberativo, único órgão capaz de anistiar os associados, vetou a decisão e em reunião realizada no dia na noite de 30 de julho, anunciou que todos os sócios estão aptos a votar.
A lista de associados do clube mostra que são mais de 5.000 em condições de voto, sendo que a expectativa é de que 10% compareça. Será necessário levar apenas um documento com foto.
“Eu acho que a eleição será polemizada. Nesses últimos 40 dias minha grande luta era por uma união em prol do Goytacaz, mas isso não foi possível. Espero que os associados votem pensando no clube e não em grupo”, declarou Dr. José Roberto Crespo, presidente da comissão de eleição.
Os desembargadores da Terceira Câmara Cível julgariam a apelação impetrada pelo Goytacaz Futebol Clube, com o processo nº 2007.001.30613, mas a falta do relator, o desembargador Ricardo Couto fez com que o julgamento fosse transferido para o dia 7 de agosto, às 13 horas, no mesmo local. O processo original nº 2006.001.118023-7 vem se arrastando desde outubro de 2006 – antes de o encerramento da seletiva, quando o Ministério Público, através do promotor Rodrigo Terra interveio alegando que a competição feria o Estatuto do Torcedor.
Desta forma o Estadual 2007 foi disputado com 12 clubes e sem as presenças de Bangu, Macaé, Olaria e Goytacaz, que ainda alimentam a esperança de garantirem nos tribunais a validade da seletiva e assim as vagas, agora para 2008.
O Estadual da Segunda Divisão tem data marcada para se iniciar no dia 11 de agosto, ou seja, quatro dias após a nova data do julgamento, o que promove ainda mais incertezas e fazem principalmente essas quatro equipes ficarem sem saber se vão ou não disputar a competição.
No regulamento consta que se a seletiva não tiver validade sobem cinco clubes e se for validada sobe apenas um, o que poderia inclusive esvaziar a mesma, devido aos altos custos que os clubes são alvos principalmente por não terem nenhum tipo de recurso destinado pela Ferj.
ELEIÇÕES NA RUA DO GÁS
Será realizada no dia 9 de agosto, das 14 às 20 horas, na sede do clube, a eleição no Goytacaz Futebol Clube, que indicará o nome do presidente que comandará o clube por três anos. Três chapas foram homologadas e estão aptas a disputar o pleito.
A primeira, “Chapa Azul – Edecyr de Oliveira”, encabeçada pelo atual presidente, Valtair de Almeida, que tem como vice Galeno Barcelos. A segunda, “100% Alvi-Anil”, tem Zander Pereira como candidato ao lado do radialista Josélio Rocha. A terceira, “Torcedores de Verdade” vem com Rodolfo Laterça e Luiz Marcelo Manhães.
Uma grande confusão foi criada nos últimos meses, quando a atual diretoria anunciou que os sócios deveriam comparecer ao clube para se recadastrar, pagar uma taxa de R$ 25,00 e desta forma passar a ter direito a voto. Mas o Conselho Deliberativo, único órgão capaz de anistiar os associados, vetou a decisão e em reunião realizada no dia na noite de 30 de julho, anunciou que todos os sócios estão aptos a votar.
A lista de associados do clube mostra que são mais de 5.000 em condições de voto, sendo que a expectativa é de que 10% compareça. Será necessário levar apenas um documento com foto.
“Eu acho que a eleição será polemizada. Nesses últimos 40 dias minha grande luta era por uma união em prol do Goytacaz, mas isso não foi possível. Espero que os associados votem pensando no clube e não em grupo”, declarou Dr. José Roberto Crespo, presidente da comissão de eleição.
PÁGINA 10 - BODYBOARDING NO FAROL
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O mar estava para peixe, ou melhor, para “peixes”, nos dias 13, 14 e 15 de julho na praia do Farol de São Thomé, em Campos. Durante o final de semana aconteceu a 1ª Etapa do Circuito ABF de Bodyboarding. A competição reuniu 46 atletas de Campos, Quissamã e São João da Barra e teve os mesmos critérios do Circuito Mundial. Ao todo foram três categorias; iniciante, mirim e amador. A organização foi de Bruno Invick, morador da praia campista e campeão mundial amador em 2004. A realização foi da Secretaria Municipal de Indústria, Comércio e Turismo (Sicomtur).
Presidente da ABF (Associação de Bodyboarding do Farol), Bruno estava radiante com o evento. “Esta é nossa primeira competição e espero que sejam muitas”, vibrou. Só no Farol já existem quase mil praticantes do esporte, muitos deles integrantes da escolinha de Bruno, que ensina gratuitamente as técnicas do esporte. “A diferença da época em que comecei é muito grande. Em 1996 a gente contava nos dedos quem pegava onda de bodyboarding aqui”, comparou.
Além da prefeitura de Campos, as empresas Queiroz e Borges, Hangway, Slake e Free Rider apoiaram o evento. Os primeiros colocados ganharam equipamentos de bodyboarding como pranchas e acessórios. Hamilton Júnior, primeiro colocado na categoria amador, recebeu uma prancha Gênesis, considerada uma das melhores do mundo. “Agradeço a todos os patrocinadores e, em especial, ao secretário de Comércio, Indústria e Turismo, Rockfeller de Lima, que sempre nos apoiou”, concluiu Bruno.
Os ganhadores também ficaram empolgados com a disputa. “Foi muito legal. A galera prestigiou e interagiu com quem estava dentro d´água”, disse Leonardo Silva, ganhador na categoria iniciante. Jonatan Barroso, vencedor entre os mirins, preferiu fazer um agradecimento generalizado. “Agradeço a todos que me apoiaram”. Já Hamilton Júnior, que encerrou sua última bateria de 10 ondas cinco minutos antes do tempo previsto, era só alegria. “O evento foi maravilhoso”.
CATEGORIA INICIANTE
1º - Leonardo Silva
2º - Felipe Luís
3º - Wellington Barcelos
4º - Maike de Souza
CATEGORIA MIRIM
1º - Jonatan Barroso
2º - Felipe Luís
3º - Hugo Alves
4º - Thiago Corrêa
CATEGORIA AMADOR
1º - Hamilton Júnior
2º - Luís Paulo
3º - Jonatan Barroso
4º - Dênis Corrêa
Presidente da ABF (Associação de Bodyboarding do Farol), Bruno estava radiante com o evento. “Esta é nossa primeira competição e espero que sejam muitas”, vibrou. Só no Farol já existem quase mil praticantes do esporte, muitos deles integrantes da escolinha de Bruno, que ensina gratuitamente as técnicas do esporte. “A diferença da época em que comecei é muito grande. Em 1996 a gente contava nos dedos quem pegava onda de bodyboarding aqui”, comparou.
Além da prefeitura de Campos, as empresas Queiroz e Borges, Hangway, Slake e Free Rider apoiaram o evento. Os primeiros colocados ganharam equipamentos de bodyboarding como pranchas e acessórios. Hamilton Júnior, primeiro colocado na categoria amador, recebeu uma prancha Gênesis, considerada uma das melhores do mundo. “Agradeço a todos os patrocinadores e, em especial, ao secretário de Comércio, Indústria e Turismo, Rockfeller de Lima, que sempre nos apoiou”, concluiu Bruno.
Os ganhadores também ficaram empolgados com a disputa. “Foi muito legal. A galera prestigiou e interagiu com quem estava dentro d´água”, disse Leonardo Silva, ganhador na categoria iniciante. Jonatan Barroso, vencedor entre os mirins, preferiu fazer um agradecimento generalizado. “Agradeço a todos que me apoiaram”. Já Hamilton Júnior, que encerrou sua última bateria de 10 ondas cinco minutos antes do tempo previsto, era só alegria. “O evento foi maravilhoso”.
CATEGORIA INICIANTE
1º - Leonardo Silva
2º - Felipe Luís
3º - Wellington Barcelos
4º - Maike de Souza
CATEGORIA MIRIM
1º - Jonatan Barroso
2º - Felipe Luís
3º - Hugo Alves
4º - Thiago Corrêa
CATEGORIA AMADOR
1º - Hamilton Júnior
2º - Luís Paulo
3º - Jonatan Barroso
4º - Dênis Corrêa
PÁGINA 11 - RALLYE NO FAROL
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Os motores roncaram na praia do Farol de São Thomé, em Campos, nos dias 20, 21 e 22 de julho por conta do 1º Rallye Universitário do Petróleo de Regularidade. A competição reuniu 23 carros em três categorias; 4x4 com navegação, 4x4 sem navegação e 4x2 sem navegação. Os veículos percorreram um circuito de 140 quilômetros de estradas na Baixada Campista. A largada e a chegada aconteceram em frente ao estande da Secretaria de Comércio, Indústria e Turismo.
O diferencial da prova foi o fato de qualquer carro estar apto a participar, inclusive veículos de passeio. A competição em si aconteceu no domingo, dia 22, mas na véspera todos os pilotos e navegadores fizeram um curso onde obtiveram todas as informações a respeito do trajeto. Em todos os carros os navegadores ficaram com um livro-guia para orientação de como proceder ao longo do percurso.
Na categoria 4x4 com navegação, só dois carros competiram. O primeiro lugar ficou com a dupla Dael Roberto de Azevedo Filho e Robyson Nunes de Azevedo. Em segundo chegaram Paulo Orlando Costa e Caio Fabrício Rodrigues Rocha. Doze carros participaram do 4x4 sem navegação. A vitória foi de Leonardo Maia Curvelo e José Marcelo Barreto Lopes.
Já no 4x2 sem navegação, foram nove veículos. O título acabou nas mãos dos mineiros Luís Eduardo Marques Sampaio e Priscila Silva de Almeida, que vieram de Juiz de Fora especialmente para o evento. Luís Eduardo, o “Dudu”, ainda se destacou pelo visual: ficou todo o tempo com uma enorme peruca estilo “black-power”.
O Rallye de Regularidade teve a supervisão da Federação de Automobilismo do Estado do Rio de Janeiro (FAERJ). O comissário da prova, Fernando Leal, elogiou a estrutura do evento. “A pista aqui é muito boa”, comentou. A mesma impressão teve Percy Vieira, comissário desportivo da prova. “A área aqui em Campos é maravilhosa, uma das melhores do estado. A condição da pista é fantástica”, enalteceu.
RESULTADO FINAL
CATEGORIA 4X4 COM NAVEGAÇÃO
1º - Dael Roberto de Azevedo Filho e Robyson Nunes de Azevedo
2º - Paulo Orlando Costa e Caio Fabrício Rodrigues Rocha
CATEGORIA 4X4 SEM NAVEGAÇÃO
1º - Leonardo Maia Curvelo e José Marcelo Barreto Lopes.
2º - Miguel Falcão Vaz e Fabiano Souza Lopes
3º - Mariana Mocaiber Peralva Motta e Bruno Macedo de Siqueira
4º - Lívia Macedo de Siqueira e Geraldo Souza Guzzo Filho
5º - Roozevelt Pinto Pessanha Júnior e Adriano Barcelos Fernandes
6º - Fernando Oliveira Matozinhos e Marcos de Oliveira Faria
7º - Marcos Aurélio Pereira e Ronald Santos de Freitas
8º - José Inácio de Matos Pereira e Flávio Nunes de Azevedo
9º - Nilton Gomes de Vasconcelos e Afonso Gonçalvez Sanz
10º - Leonardo do Rosário Gama e Fábio
11º - Adilton Peixoto Machado e Gustavo Soares Saad
12º - Nívia Maria de Almeida e Tuanny Almeida Magalhães
CATEGORIA 4X2 SEM NAVEGAÇÃO
1º - Luís Eduardo Marques Sampaio e Priscila Silva de Almeida
2º - Fábio Neves Pontes e Cristina de Oliveira Araújo
3º - Renato da Silva Novarino e Yury Reis Novarino
4º - João Eugênio Moraes Pessanha e Marcelo Simões Branco
5º - Vitor Sendra e Ronaldo Coelho
6º - Alessandro Borges Rangel e Leandro Ribeiro Gomes Guimarães
7º - Gabriel Sá Teixeira Guimarães e Lucas Sá Teixeira Guimarães
8º - Michele Caroline Klein Brito e José Renato Moll Venâncio
9º - Fellipe Fagundes Azamor e Thales Azamor Jordão
O diferencial da prova foi o fato de qualquer carro estar apto a participar, inclusive veículos de passeio. A competição em si aconteceu no domingo, dia 22, mas na véspera todos os pilotos e navegadores fizeram um curso onde obtiveram todas as informações a respeito do trajeto. Em todos os carros os navegadores ficaram com um livro-guia para orientação de como proceder ao longo do percurso.
Na categoria 4x4 com navegação, só dois carros competiram. O primeiro lugar ficou com a dupla Dael Roberto de Azevedo Filho e Robyson Nunes de Azevedo. Em segundo chegaram Paulo Orlando Costa e Caio Fabrício Rodrigues Rocha. Doze carros participaram do 4x4 sem navegação. A vitória foi de Leonardo Maia Curvelo e José Marcelo Barreto Lopes.
Já no 4x2 sem navegação, foram nove veículos. O título acabou nas mãos dos mineiros Luís Eduardo Marques Sampaio e Priscila Silva de Almeida, que vieram de Juiz de Fora especialmente para o evento. Luís Eduardo, o “Dudu”, ainda se destacou pelo visual: ficou todo o tempo com uma enorme peruca estilo “black-power”.
O Rallye de Regularidade teve a supervisão da Federação de Automobilismo do Estado do Rio de Janeiro (FAERJ). O comissário da prova, Fernando Leal, elogiou a estrutura do evento. “A pista aqui é muito boa”, comentou. A mesma impressão teve Percy Vieira, comissário desportivo da prova. “A área aqui em Campos é maravilhosa, uma das melhores do estado. A condição da pista é fantástica”, enalteceu.
RESULTADO FINAL
CATEGORIA 4X4 COM NAVEGAÇÃO
1º - Dael Roberto de Azevedo Filho e Robyson Nunes de Azevedo
2º - Paulo Orlando Costa e Caio Fabrício Rodrigues Rocha
CATEGORIA 4X4 SEM NAVEGAÇÃO
1º - Leonardo Maia Curvelo e José Marcelo Barreto Lopes.
2º - Miguel Falcão Vaz e Fabiano Souza Lopes
3º - Mariana Mocaiber Peralva Motta e Bruno Macedo de Siqueira
4º - Lívia Macedo de Siqueira e Geraldo Souza Guzzo Filho
5º - Roozevelt Pinto Pessanha Júnior e Adriano Barcelos Fernandes
6º - Fernando Oliveira Matozinhos e Marcos de Oliveira Faria
7º - Marcos Aurélio Pereira e Ronald Santos de Freitas
8º - José Inácio de Matos Pereira e Flávio Nunes de Azevedo
9º - Nilton Gomes de Vasconcelos e Afonso Gonçalvez Sanz
10º - Leonardo do Rosário Gama e Fábio
11º - Adilton Peixoto Machado e Gustavo Soares Saad
12º - Nívia Maria de Almeida e Tuanny Almeida Magalhães
CATEGORIA 4X2 SEM NAVEGAÇÃO
1º - Luís Eduardo Marques Sampaio e Priscila Silva de Almeida
2º - Fábio Neves Pontes e Cristina de Oliveira Araújo
3º - Renato da Silva Novarino e Yury Reis Novarino
4º - João Eugênio Moraes Pessanha e Marcelo Simões Branco
5º - Vitor Sendra e Ronaldo Coelho
6º - Alessandro Borges Rangel e Leandro Ribeiro Gomes Guimarães
7º - Gabriel Sá Teixeira Guimarães e Lucas Sá Teixeira Guimarães
8º - Michele Caroline Klein Brito e José Renato Moll Venâncio
9º - Fellipe Fagundes Azamor e Thales Azamor Jordão
PÁGINA 12 - JEEP CROSS NO FAROL
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A adrenalina tomou conta do 1º Encontro Off Road Beneficente de Campos nos dias 28 e 29 de julho na praia do Farol de São Thomé. Quatorze equipes dos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais participaram de uma competição de Jeep Cross nas pistas de 1,1 quilômetro de extensão cada. A competição durou cerca de cinco horas e terminou com a vitória do niteroiense Ronald Rezende Leis.
Nem a chuva e o vento frio espantaram o público, que lotou a arquibancada montada próximo à pista e vibrou com os “pegas” entre os pilotos. A organização foi do Jeep Clube de Campos. O diretor de prova da entidade, Augusto César Peixoto Gomes, explicou que foi realizada somente uma categoria: a força livre. “Dois carros percorrem o circuito em busca do melhor tempo. O mais rápido vence”, informou.
Na área montada especialmente para o evento, o clima foi de confraternização. Várias equipes fizeram churrasco em tendas especiais. “Temos uma das melhores pistas de todo o estado do Rio de Janeiro”, disse o presidente do Jeep Clube de Campos, José Rubem Motta Silva, um dos mais empolgados com o evento. No final da disputa ele agradeceu ao apoio da Secretaria de Comércio, Indústria e Turismo, realizadora do evento.
Ao todo foram distribuídos R$ 6 mil em prêmios. O primeiro lugar ficou com R$ 2 mil. O segundo, R$ 1,5 mil. O terceiro recebeu R$ 1 mil. Já o quarto, ganhou R$ 700. O quinto e o sexto embolsaram, respectivamente, R$ 500 e R$ 350. “Há oito anos realizamos o Jeep Cross duas semanas antes do Carnaval. Mas este ano, por causa das chuvas, não foi possível. Por isso estamos fazendo agora, com o apoio da prefeitura de Campos”, concluiu José Rubem.
CLASSIFICAÇÃO FINAL
1º - Ronald Rezende Leis – Niterói – 66,08 pontos perdidos
2º - Marcos “Gato” – Campos – 70,01 pontos perdidos
3º - Rodrigo Rezende Leis – Niterói – 70,77 pontos perdidos
4º - Márcio Pereira – Rio Bonito – 74,18 pontos perdidos
5º - Júnior “Babal” – Campos – 302,38 pontos perdidos
6º - Jorge de Pianti –Vila Velha/ES – 304,31 pontos perdidos
Nem a chuva e o vento frio espantaram o público, que lotou a arquibancada montada próximo à pista e vibrou com os “pegas” entre os pilotos. A organização foi do Jeep Clube de Campos. O diretor de prova da entidade, Augusto César Peixoto Gomes, explicou que foi realizada somente uma categoria: a força livre. “Dois carros percorrem o circuito em busca do melhor tempo. O mais rápido vence”, informou.
Na área montada especialmente para o evento, o clima foi de confraternização. Várias equipes fizeram churrasco em tendas especiais. “Temos uma das melhores pistas de todo o estado do Rio de Janeiro”, disse o presidente do Jeep Clube de Campos, José Rubem Motta Silva, um dos mais empolgados com o evento. No final da disputa ele agradeceu ao apoio da Secretaria de Comércio, Indústria e Turismo, realizadora do evento.
Ao todo foram distribuídos R$ 6 mil em prêmios. O primeiro lugar ficou com R$ 2 mil. O segundo, R$ 1,5 mil. O terceiro recebeu R$ 1 mil. Já o quarto, ganhou R$ 700. O quinto e o sexto embolsaram, respectivamente, R$ 500 e R$ 350. “Há oito anos realizamos o Jeep Cross duas semanas antes do Carnaval. Mas este ano, por causa das chuvas, não foi possível. Por isso estamos fazendo agora, com o apoio da prefeitura de Campos”, concluiu José Rubem.
CLASSIFICAÇÃO FINAL
1º - Ronald Rezende Leis – Niterói – 66,08 pontos perdidos
2º - Marcos “Gato” – Campos – 70,01 pontos perdidos
3º - Rodrigo Rezende Leis – Niterói – 70,77 pontos perdidos
4º - Márcio Pereira – Rio Bonito – 74,18 pontos perdidos
5º - Júnior “Babal” – Campos – 302,38 pontos perdidos
6º - Jorge de Pianti –Vila Velha/ES – 304,31 pontos perdidos
PÁGINA 14 - CARDOSO MOREIRA ESTRÉIA NA SEGUNDONA
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Campeão da Terceirona no ano passado, o Cardoso Moreira pela primeira vez em sua história vai disputar a Segunda Divisão do Campeonato Estadual do Rio de Janeiro. Para fazer uma boa campanha e brigar pelo acesso à elite do futebol carioca, os dirigentes não mediram esforços e contrataram um elenco praticamente inteiro. A expectativa é de que todo o sacrifício seja recompensado com inúmeras vitórias.
Entre os atletas que chegaram nesta temporada, alguns são conhecidos do público. O mais famoso é o lateral direito e meia Neném, de 32 anos. Revelado pelo Americano, ele já atuou em grandes equipes do futebol brasileiro, como Palmeiras, Goiás e Botafogo. Experiência é o que não falta também ao zagueiro Laerte. Apesar de ter só 25 anos, ele já passou pelo Americano, Joinville e Boavista, entre outras equipes.
O volante Joel, ex-Goytacaz e Macaé Esporte, comanda o meio-de-campo aos 34 anos. Na frente o atacante Fábio Tosca, 30 anos, voltou ao clube depois de ter participado da campanha vitoriosa de 2006. A aposta do técnico Rubens Filho, ex-Americano e Macaé, passa ainda por jovens talentos, como o goleiro Alexandre, de 22 anos, e 1,98 metro, que veio da Cabofriense.
Na defesa ainda há os zagueiros Cristiano (ex-Goytacaz), Fabão (ex-Americano) e Pandora (ex-Italva). Para orientar o grupo foi contratado o supervisor Paulo Marcos, que nos últimos cinco anos exerceu a mesma função no Americano. O preparador de goleiros é Roberto Bahia, com passagens por vários clubes da capital e do interior. E a preparação física está a cargo de Alexandre Vasconcelos e Guilherme Júnior.
Um dos mais empolgados com a possibilidade de o Cardoso Moreira chegar à Primeira Divisão é o prefeito Renato Jacinto, ex-atleta do clube e apaixonado por futebol. “O grupo que está sendo montado é muito bom e com certeza vai dar muitas alegrias aos torcedores cardosenses”, afirmou. Para maior comodidade da torcida foi construído um novo lance de arquibancadas, ao lado da já existente.
Entre os atletas que chegaram nesta temporada, alguns são conhecidos do público. O mais famoso é o lateral direito e meia Neném, de 32 anos. Revelado pelo Americano, ele já atuou em grandes equipes do futebol brasileiro, como Palmeiras, Goiás e Botafogo. Experiência é o que não falta também ao zagueiro Laerte. Apesar de ter só 25 anos, ele já passou pelo Americano, Joinville e Boavista, entre outras equipes.
O volante Joel, ex-Goytacaz e Macaé Esporte, comanda o meio-de-campo aos 34 anos. Na frente o atacante Fábio Tosca, 30 anos, voltou ao clube depois de ter participado da campanha vitoriosa de 2006. A aposta do técnico Rubens Filho, ex-Americano e Macaé, passa ainda por jovens talentos, como o goleiro Alexandre, de 22 anos, e 1,98 metro, que veio da Cabofriense.
Na defesa ainda há os zagueiros Cristiano (ex-Goytacaz), Fabão (ex-Americano) e Pandora (ex-Italva). Para orientar o grupo foi contratado o supervisor Paulo Marcos, que nos últimos cinco anos exerceu a mesma função no Americano. O preparador de goleiros é Roberto Bahia, com passagens por vários clubes da capital e do interior. E a preparação física está a cargo de Alexandre Vasconcelos e Guilherme Júnior.
Um dos mais empolgados com a possibilidade de o Cardoso Moreira chegar à Primeira Divisão é o prefeito Renato Jacinto, ex-atleta do clube e apaixonado por futebol. “O grupo que está sendo montado é muito bom e com certeza vai dar muitas alegrias aos torcedores cardosenses”, afirmou. Para maior comodidade da torcida foi construído um novo lance de arquibancadas, ao lado da já existente.
PÁGINA 19 - A CARREIRA DO ATACANTE FERREIRA
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Ele nasceu em Sergipe, jogou três vezes no futebol carioca, atuou no México e no Japão, foi ídolo no Paraná e encerrou a carreira em São Paulo. Jeová Ferreira, ou simplesmente “Ferreira”, é o que pode se chamar de andarilho da bola. Centroavante de ofício, começou cedo a peregrinar pelos gramados mundo afora. Se profissionalizou com apenas 16 anos no Náutico, de Recife, e não parou mais.
Ainda garoto, Ferreira se transferiu para o Fluminense do Rio de Janeiro. Chegou em abril de 1982, aos 17 anos, para integrar as categorias de base, embora já tivesse jogado Campeonato Brasileiro de Profissionais na época em que estava em Pernambuco. Um ano depois, já em 83, Ferreira chegou à Seleção Brasileira Sub-20 e conquistou o título do Campeonato Sul-Americano como titular da equipe.
No mesmo ano aconteceu a primeira grande decepção da carreira. “Eu era o centroavante do time. Jogava no ataque ao lado de Mauricinho e Paulinho. Foi assim até o último coletivo antes da viagem para o Mundial do México. Eu e o Branco (ex-lateral esquerdo e atual supervisor do Fluminense) fomos cortados pelo técnico Jair Pereira na véspera do embarque da delegação”, contou.
Daquele grupo saíram jogadores que se consagrariam logo depois, como o próprio Branco, o capitão Dunga (hoje técnico da Seleção Brasileira), Geovani (ex-meia do Vasco) e Bebeto (campeão mundial com Dunga e Branco em 94). ”Era um elenco muito bom e a grande maioria conseguiu sucesso no futebol”, relembrou Ferreira, de quem Bebeto fora reserva no Sul-Americano.
Em junho de 83 Ferreira deixou o Fluminense e voltou para o Náutico, que ainda detinha seu passe. Logo acabou emprestado ao CSA, de Alagoas, para a disputa do Campeonato Estadual. Depois de participar de mais um Brasileirão pelo Náutico, desta vez em 84, Ferreira foi vendido para o Pinheiros, do Paraná, que anos mais tarde se fundiu ao Colorado e deu origem ao Paraná Clube.
Com quase um ano no clube do Sul do país, Ferreira acabou emprestado para o Americano, de Campos, onde ficou uma temporada. “Minha passagem pela cidade foi inesquecível. Foi lá onde conheci minha esposa Irmã”, disse o ex-atacante. Em 86 Ferreira voltou para o Pinheiros e se sagrou campeão paranaense no ano seguinte. Com a valorização acabou sendo contratado pelo Universidad Guadalajara, do México.
Durante três temporadas Ferreira defendeu o clube mexicano. A volta ao Brasil aconteceu em 1990, quando foi emprestado ao XV de Piracicaba. “A expectativa no clube era grande porque foram contratados vários reforços de peso para o Paulistão”, recordou. Só que no treino recreativo antes da estréia diante do São José, Ferreira estancou a perna direita no gramado para proteger a bola e levou uma pancada.
A contusão, aparentemente simples, se revelou um grande problema que, anos depois, o afastaria definitivamente do futebol. “Me lembro que o médico do XV acabou demitido e rescindiram meu contrato, mesmo estando machucado. Ainda assim fui contratado pelo Paraná, o melhor clube em termos de estrutura onde atuei. Lá joguei apenas quatro partidas em um ano, mas me deram todas as condições para a recuperação. Fiz várias cirurgias. Sofri muito”, relatou.
Ferreira ainda jogou no Caxias, do Rio Grande do Sul, São Bento de Sorocaba, Vitória da Bahia, Verdy Kawasaki do Japão, Goytacaz (de Campos) e novamente no São Bento, antes de encerrar a carreira, aos 30 anos. “As dores eram muito fortes e chegou um momento que eu não agüentei mais, mesmo depois de várias operações”, afirmou. Com residência fixa em Macaé, terra natal de sua esposa, ele iniciou a carreira de técnico passando por Botafogo de Macaé, Independente e Macaé Esporte. Há três anos está novamente à frente do Independente, que se prepara para a Segunda Divisão.
NOME – Jeová Ferreira
IDADE – 43 anos
ORIGEM – Sergipe
CLUBES ONDE JOGOU – Náutico, Fluminense, Seleção Brasileira Sub-20, CSA, Pinheiros/PR, Americano, Universidad Guadalajara (México), XV de Piracicaba, Paraná, Caxias/RS, São Bento/SP, Vitória/BA, Verdy Kawasaki (Japão), Goytacaz e novamente São Bento/SP.
TÍTULOS – Seleção Brasileira (Campeão do Sul-Americano Sub-20 na Bolívia em 1983), Náutico (Campeão Pernambucano em 84), Pinheiros (Campeão Paranaense em 84 e 87), Universidade Guadalajara (Vice-campeão da Copa México em 88) e Verdy Kawasaki (Campeão da Copa Nabisco em 93).
ONDE PASSOU COMO TÉCNICO – Botafogo de Macaé (já extinto), Independente de Macaé, Macaé Esporte e novamente Independente de Macaé.
TÍTULOS COMO TÉCNICO – Botafogo de Macaé (Campeão da 3ª Divisão em 1998), Independente (levou o time da 3ª para a 2ª Divisão em 2000), Macaé Esporte (Vice-campeão da 2ª Divisão em 2002), Independente (Vice-campeão da 3ª Divisão em 2004).
Ainda garoto, Ferreira se transferiu para o Fluminense do Rio de Janeiro. Chegou em abril de 1982, aos 17 anos, para integrar as categorias de base, embora já tivesse jogado Campeonato Brasileiro de Profissionais na época em que estava em Pernambuco. Um ano depois, já em 83, Ferreira chegou à Seleção Brasileira Sub-20 e conquistou o título do Campeonato Sul-Americano como titular da equipe.
No mesmo ano aconteceu a primeira grande decepção da carreira. “Eu era o centroavante do time. Jogava no ataque ao lado de Mauricinho e Paulinho. Foi assim até o último coletivo antes da viagem para o Mundial do México. Eu e o Branco (ex-lateral esquerdo e atual supervisor do Fluminense) fomos cortados pelo técnico Jair Pereira na véspera do embarque da delegação”, contou.
Daquele grupo saíram jogadores que se consagrariam logo depois, como o próprio Branco, o capitão Dunga (hoje técnico da Seleção Brasileira), Geovani (ex-meia do Vasco) e Bebeto (campeão mundial com Dunga e Branco em 94). ”Era um elenco muito bom e a grande maioria conseguiu sucesso no futebol”, relembrou Ferreira, de quem Bebeto fora reserva no Sul-Americano.
Em junho de 83 Ferreira deixou o Fluminense e voltou para o Náutico, que ainda detinha seu passe. Logo acabou emprestado ao CSA, de Alagoas, para a disputa do Campeonato Estadual. Depois de participar de mais um Brasileirão pelo Náutico, desta vez em 84, Ferreira foi vendido para o Pinheiros, do Paraná, que anos mais tarde se fundiu ao Colorado e deu origem ao Paraná Clube.
Com quase um ano no clube do Sul do país, Ferreira acabou emprestado para o Americano, de Campos, onde ficou uma temporada. “Minha passagem pela cidade foi inesquecível. Foi lá onde conheci minha esposa Irmã”, disse o ex-atacante. Em 86 Ferreira voltou para o Pinheiros e se sagrou campeão paranaense no ano seguinte. Com a valorização acabou sendo contratado pelo Universidad Guadalajara, do México.
Durante três temporadas Ferreira defendeu o clube mexicano. A volta ao Brasil aconteceu em 1990, quando foi emprestado ao XV de Piracicaba. “A expectativa no clube era grande porque foram contratados vários reforços de peso para o Paulistão”, recordou. Só que no treino recreativo antes da estréia diante do São José, Ferreira estancou a perna direita no gramado para proteger a bola e levou uma pancada.
A contusão, aparentemente simples, se revelou um grande problema que, anos depois, o afastaria definitivamente do futebol. “Me lembro que o médico do XV acabou demitido e rescindiram meu contrato, mesmo estando machucado. Ainda assim fui contratado pelo Paraná, o melhor clube em termos de estrutura onde atuei. Lá joguei apenas quatro partidas em um ano, mas me deram todas as condições para a recuperação. Fiz várias cirurgias. Sofri muito”, relatou.
Ferreira ainda jogou no Caxias, do Rio Grande do Sul, São Bento de Sorocaba, Vitória da Bahia, Verdy Kawasaki do Japão, Goytacaz (de Campos) e novamente no São Bento, antes de encerrar a carreira, aos 30 anos. “As dores eram muito fortes e chegou um momento que eu não agüentei mais, mesmo depois de várias operações”, afirmou. Com residência fixa em Macaé, terra natal de sua esposa, ele iniciou a carreira de técnico passando por Botafogo de Macaé, Independente e Macaé Esporte. Há três anos está novamente à frente do Independente, que se prepara para a Segunda Divisão.
NOME – Jeová Ferreira
IDADE – 43 anos
ORIGEM – Sergipe
CLUBES ONDE JOGOU – Náutico, Fluminense, Seleção Brasileira Sub-20, CSA, Pinheiros/PR, Americano, Universidad Guadalajara (México), XV de Piracicaba, Paraná, Caxias/RS, São Bento/SP, Vitória/BA, Verdy Kawasaki (Japão), Goytacaz e novamente São Bento/SP.
TÍTULOS – Seleção Brasileira (Campeão do Sul-Americano Sub-20 na Bolívia em 1983), Náutico (Campeão Pernambucano em 84), Pinheiros (Campeão Paranaense em 84 e 87), Universidade Guadalajara (Vice-campeão da Copa México em 88) e Verdy Kawasaki (Campeão da Copa Nabisco em 93).
ONDE PASSOU COMO TÉCNICO – Botafogo de Macaé (já extinto), Independente de Macaé, Macaé Esporte e novamente Independente de Macaé.
TÍTULOS COMO TÉCNICO – Botafogo de Macaé (Campeão da 3ª Divisão em 1998), Independente (levou o time da 3ª para a 2ª Divisão em 2000), Macaé Esporte (Vice-campeão da 2ª Divisão em 2002), Independente (Vice-campeão da 3ª Divisão em 2004).
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